Exame de Ordem, por Miguel Reale Júnior

Exame de Ordem, por Miguel Reale Júnior.

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16 respostas para “Exame de Ordem, por Miguel Reale Júnior”

    1. É de envergonhar, um homem que carrega a sabedoria de seu ascendente, se sujeitar a fazer um comentario absurdo deste e sem fundamentação juridica nenhuma, é vergonhoso.

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    2. Isto se chama dar “aparência de legalidade”, é costume das grandes oligopólios ou melhor como George Orwell, “o coletivismo oligarcico” dar um verniz doutrinário as idéias corporativistas.

      E por isso que se paga bem a doutrinadores para criarem teses em prol de interesses particulares e reservados, assim como muito já comentaram nos bastidores do titio do digno autor Miguel Reale.

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  1. è triste o dizer deste cidadão, que nunca fez um exame de ordem sequer, e tenho a certeza que nos moldes que é aplicado hoje, jamais conseguiria passar sequer na 1. fase, não vou aqui arrolar os ditames legais da inconstitucionalidade do exame pois seria perda de tempo, visto que
    uma pessoa com grande vivencia juridica, até hoije não ve a inconstitucionalidade deste infame e famigerado exame,este sim deveria voltar ao bancos da faculdade de direito,o duro é ter que aturar estes argumentos que visa tão somente a pura reserva de mercado.

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  2. Se os colegas acima não conhecem o Miguel Reale Júnior, explicado está o fato de não passarem na ”baba” que é o Exame de Ordem…

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  3. Realmente é lamentável juristas do porte do Dr. Reale se prestarem a tal propósito, sem ao menos se dignarem a dizer que o aludido exame de ordem é formal e materialmente inconstitucional. Outrossim, limitar o acesso ao ensino superior por meio do fechamento de faculdades, bem como restringir o mercado de trabalho, com o fito de proteger alguns bacharéis que temem a concorrência é algo no mínimo criminoso. É evidente que o perfil do estudante de direito mudou, só quem não pecebe isto são os velhos caciques os quais continuam arraigados no passado, tentando a todo custo mater-se no poder. Todavia uma coisa é certa, mais dia menos dia a mudança virá, quer queiram quer não queiram os velhos senhores.

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  4. ” A raposa cuidando do galinheiro” Já que essa expressão foi colocada, que diríamos da OAB, um autarquia não-majoritária totalmente corporativista, que não presta contas ao TCU, aplicar um exame que limita o ingresso em seus quadros?.
    Essa resposta negativa é tão veemente que nos ensurdece.
    Se não for para limitar porque os advogados não o fazem periodicamente, Se não for para restringir a concorrência e por conseguinte o acesso à justiça porque temos que seguir uma tabela de preços e somos impedidos de fazer publicidade?

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  5. Estou a bloquear alguns comentários com insultos. Alguns eu edito (retiro a ofensa, quando entendo que estrapola a crítica), mas em alguns casos não é possível…

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  6. Dr. Reale, quando o Sr. fecha o seu comentário dizendo que não havendo o famigerado exame da ordem, entraria no mercado os incompetentes, não estaria faltando com a ética do direito, pois não é isto um pré-julgamento?
    Todos não são inocentes até que se prove ao contrário?
    Como o Senhor já afirma que, são estes iniciantes incompetentes?
    Se o Senhor disser, que serão todos eles, iniciantes e sem experiência, estaremos todos de acordo. Mas em todas as profissões, os iniciantes são realmente inesperientes, por que que na área jurídica seria diferente.
    Agora afirmar que são incompetentes é um tanto contraditório, o Senhor não acha?

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  7. Exame da OAB é a maior piada. Se para ser advogado é necessáro uma avaliação tão rigorosa, então que avaliem os advogados velhos que mais parece um bando de analfabetos soltos por aí. Até muiotos desses que passam no atual exame não sabem de nada. Eles passam porque estudam naquele momento, mas um mês depois já esqueceram tudo. Eu tive e tenho professores advogodos que só sabem dar aquela aulinha porque se preparam para aquela aulinha, mas fora do tema se perdem completamente. Isso prova que o exame é uma farça e não avalia ninguém. Talvez um sujeito que não foi aprovado, saiba mais que aquele que reprovou, pois o que um sabe pode ser matéria diferente.
    Piada velha para arrancar grana de milhares de bacharéis

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  8. Quem não faz exame de ordem é incompetente, certo?

    Os Juniores, digo, (OPHIR E REALE) não fizeram o exame de Ordem.

    Portanto, os Juniores são incompetentes. CERTO OU ERRADO!

    Se eles que não fizeram e a advogacia, e esta só engrandeceu, percebe-se então que o exercício de futurologia falhou.

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  9. Gostaria de esclarecer que a crítica contra o exame de ordem é passageira, já que com o êxito nas provas se vê como é importante ser reconhecido e capacitado através de prova que exige um bom nível intelectual. Quando se oportuna ver pessoas criticando o exame de ordem, se esquce que quando adentraram na faculdade sabiam que teriam que se submeter ao exame, porém, agora criticam o exame como se fosse uma regra mudada durante o jogo. Vamos admitir: a prova não é fácil, no entanto, não é o fim do mundo, saber fazer uma peça processual, um recurso, uma ação correta, não significa nenhum saber extraordinário. O problema do Brasil é o excesso de cursos de Direito e as péssimas preparações de algumas universidades, lembrando que antes universidades aprovavam de 60% a 70% e hoje estas mesmas universidades aprovam de 60% a 70%, qual o segredo? o segredo está no aluno (principalmente) e no professor (muito importante). Agora como é que se formam tantos mestres, tantos alunos, tantos e tantos, sem haver uma mácula na preparação? a OAB fez ver ao MEC que seria impossível o Brasil ser o País com o maior número de bacharéis do mundo, já que não existe estrutura mínima para tal. E agora os que caíram no estelionato acadêmico ficam a ver navios e se sentem segregados por uma conjuntura que sabiam que existia, mas como no Brasil o mérito fica em segundo plano, podemos esperar que bondosos parlamentares já pensam em ganhar votos dos desafortunados. O problema é que a conta será paga pela população brasileira, que será representada por bacharéis que foram vítimas de pura enganação e passaram a conta do “subprime” para seus clientes.

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    1. Prezado Antonio Carlos, seu entendimento é que devemos nos submeter a este seleto instrumento aferitório por uma instituição que inadmite qualquer tipo de fiscalização do dinheiro arrecadado pelo exame. Seja pelo TCU, AGU, MPU. Quem não tem a temer, abre para ser fiscalizado.

      Esta mesma instituição que exige do congresso voto não secreto e pratica deslavadamente a eleição indireta para eleger seu presidente. Abusrdo!

      Não, Antonio Carlos, do jeito que se encontra, não tem esta legitimidade.

      Temos de ter senso critico e saber distinguir aptidão, de seleção orquestrada.

      Esta direção está maculando a OAB.

      Atente-se que seu esforço foi retribuído com uma autorização postulatória.

      Fiz o exame de ordem 2010.3 passei na primeira etapa, e por absoluta condição temporal, não consegui concluir a peça trabalhista, a ponto do professor Renato Saraiva dizer que ele não conseguiria concluir a prova naquele tempo estipulado.

      Por favor, não critique seus contemporâneos.

      Sempre fui aplicado nos estudos, e somente não logrei exito na segunda etapa, por que esta direção da OAB determinou quantos lograriam.

      Um abraço.

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